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Holiday aciona o TSE e pede que candidatura de Lula seja negada Vereador elencou três ocasiões em que Lula teria praticado abuso de poder econômico e se beneficiado de propaganda antecipada

 

Vereador Fernando Holiday apresentou pedido de impugnação da candidatura de Lula Foto: Câmara Municipal de São Paulo/André Bueno

O vereador Fernando Holiday (Novo) apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um pedido de impugnação à candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Palácio do Planalto nas eleições deste ano. A petição foi apresentada por Holiday e pelo pré-candidato a deputado estadual Lucas Pavanato (Novo).

Na documentação, o vereador e Pavanato elencaram três episódios onde consideraram ter existido abuso de poder econômico e antecipação de campanha por parte do presidenciável. O primeiro seria a apresentação da cantora Daniela Mercury no dia 1° de maio deste ano. O show ficou marcado por uma polêmica relacionada ao suposto pagamento da apresentação com recursos públicos.

Os autores da ação apontam que Daniela Mercury “discursou, declarou voto e cantou em defesa” de Lula. A petição ainda afirma que “o município promoveu evento com Daniela Mercury em comemoração ao dia do trabalho, entretanto, o evento contou com grande manifestação política em favorecimento de um pré-candidato”.

O segundo evento citado por Holiday e Pavanato aconteceu no dia 27 de junho de 2022, em meio as festividades do evento chamado: Vitória do Pé de Serra, que teve como um dos patrocinadores o município Vitória de Santo Antão em parceria com o Governo do Estado de Pernambuco.

Na ocasião, de acordo com os autores do pedido, “a influenciadora chamada Deolane Bezerra, Marília Arraes (pré-candidata ao Governo de Pernambuco) e André de Paula (pré-candidato ao Senado) subiram ao palco do show e entoaram em claro e bom som ‘ole, ole, olá, Lula, Lula’ e todos fizeram o ‘L’ de Lula com as mãos, inflamando o público”.

Por fim, a petição destaca uma manifestação política realizada pela cantora Ludmilla no dia 29 de maio deste ano, durante o evento conhecido como Virada Cultural. Na ocasião, narram o vereador e o pré-candidato, a artista pediu para a plateia fazer o “L” com os dedos, símbolo atrelado a Lula. Além disso, o telão apresentava as cores do Partido dos Trabalhadores (PT).

O pedido, que foi apresentado no processo que julga o registro de candidatura do petista, está sob relatoria do ministro Carlos Horbach, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Não há data prevista para que ele seja definido. No entanto, o prazo final para a deliberação de todos as solicitações de candidatura é o dia 20 de setembro, de acordo com o calendário eleitoral.

FONTE PLENBO NEWS

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Bolsonaro: Ministro do Supremo que se ofende com AI-5 é ‘frouxo’ Presidente participou do Flow Podcast nesta segunda-feira

 

Bolsonaro durante participação no Flow Podcast Foto: Reprodução/YouTube

O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou, durante entrevista concedida ao Flow Podcast na noite de segunda-feira (8), que um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) que se ofende com faixas em manifestações que pedem a volta do Ato Institucional n° 5 (AI-5) é “um frouxo”.

– Um ministro do Supremo, se vê ofendido com AI-5, esse ministro é um frouxo. Não existe AI-5, está com medo de quê? – questionou.

O questionamento foi levantado enquanto Bolsonaro falava sobre a possibilidade de ser preso caso fique sem mandato e, por consequência, sem o foro privilegiado.

– Eu vou ser preso por qual acusação? Atos antidemocráticos? Por que desconfiou da urna eletrônica? – indagou.

O apresentador Igor Coelho citou, então, “faixas duvidosas” levantadas pelos apoiadores do presidente em manifestações. Entretanto, Bolsonaro respondeu que, no caso do artigo 142 da Constituição, todos os pressupostos da Carta Magna precisam ser respeitados. Já sobre o AI-5, o presidente respondeu que ele “não existe”.

– Qual faixa? Artigo 142? É isso? Que o pessoal fala que é o militar intervindo. Se está na Constituição, todos os artigos têm que ser respeitados. Do 1° ao último. Se alguém fala ‘AI-5’. Existe Ato Institucional número 5? Meu filho, para de passar vergonha. Não existe Ato Institucional número 5 – completou Bolsonaro.

RECORDE DE AUDIÊNCIA
A entrevista do presidente Jair Bolsonaro (PL) ao Flow Podcast durante a noite desta segunda-feira (8) registrou números de audiência que ultrapassaram até as estatísticas anotadas em shows de estrelas internacionais da música, como a cantora Beyoncé. Com um pico de cerca de 570 mil usuários simultâneos, a transmissão teve 5 horas e 20 minutos de duração.

Já na manhã desta terça (9), o chefe do Executivo comemorou o tamanho da audiência da entrevista e a comparou com a de um show realizado pela cantora Beyoncé no festival de música Coachella, em 2018. Na ocasião, a artista reuniu mais de 450 mil pessoas de público simultâneo para acompanhar o evento.

A transmissão com o atual presidente também registrou quase o dobro da audiência registrada pelo podcast Podpah na entrevista realizada em 2021 com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na época, a conversa chegou a atingir um público de aproximadamente 292 mil pessoas.

FONTE:PLENO NEWS

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Nesta quinta-feira (5), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, afirmou



 Nesta quinta-feira (5), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, afirmou que não existe democracia verdadeira em países que não têm imprensa livre de intimidações e censuras, bem como regulação do trabalho da imprensa. A declaração foi dada durante seu discurso de abertura em uma exposição na sede do STF, em Brasília (DF), intitulada Liberdade e Imprensa – o Papel do Jornalismo na Democracia Brasileira. As informações são do UOL.

“Num país onde a imprensa não é livre, num país onde a imprensa é intimidada, num país onde a imprensa é amordaçada, num país onde a imprensa é regulada, sendo a imprensa um dos pilares da democracia, nesse país, com tantas restrições à liberdade de imprensa, a democracia é uma mentira e a Constituição Federal é uma mera folha de papel”, falou..

A cerimônia ocorreu como uma homenagem ao Dia Internacional da Liberdade de Imprensa, lembrado na última terça (3).

Fux disse ainda que é preciso ter cuidado com as notícias falsas.

“Devemos ter cuidado com as fake news porque desinformam e impedem, dentre outros aspectos, que o cidadão possa ser bem informado, criar a sua agenda e, acima de tudo, neste momento em que nós estamos vivendo, proferir aquele seu voto consciente e bem informado no momento das eleições”, ressaltou.

Jornalista de direita presos pelo STF.

Por ordens do ministros do STF Alexandre de Moraes, a polícia federal prendeu os jornalistas Wellington Macedo, Oswaldo Eustáquio e Allan dos Santos, por supostos crimes de Fake News (crime de opinião), dentro de um inquérito aberto de ofício pelo próprio ministro, chamado de inquérito dos atos antidemocráticos. Os jornalistas conservadores (de direita) são apoiadores do presidente Jair Bolsonaro.

Essa é a liberdade de imprensa que o Fux defende?

Por Gleyson Araújo | Portal Cidade News.

fonte:Por ordens do ministros do STF Alexandre de Moraes, a polícia federal prendeu os jornalistas Wellington Macedo, Oswaldo Eustáquio e Allan dos Santos, por supostos crimes de Fake News (crime de opinião), dentro de um inquérito aberto de ofício pelo próprio ministro, chamado de inquérito dos atos antidemocráticos. Os jornalistas conservadores (de direita) são apoiadores do presidente Jair Bolsonaro.

Essa é a liberdade de imprensa que o Fux defende?

Por Gleyson Araújo | Portal Cidade News


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Militares cogitam realizar apuração paralela das eleições Uma das ideias seria utilizar os boletins impressos pelas urnas eletrônicas após o encerramento da votação

 novo modelo de urna

Novo modelo de urna eletrônica Foto: Divulgação/TSE

Representantes das Forças Armadas já discutem como realizar uma contagem paralela de votos nas eleições deste ano – medida que o presidente Jair Bolsonaro tem cobrado desde abril. Em conversas reservadas, integrantes do Ministério da Defesa admitiram, pela primeira vez, que estão se preparando para a tarefa.

O mais provável até agora é que uma contagem patrocinada pelos militares use os boletins impressos pelas urnas eletrônicas após o encerramento da votação.

Além dos boletins de urna (BUs), outra alternativa avaliada para a contagem paralela seria ter acesso a dados retransmitidos pelos tribunais regionais ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os boletins de urna são registros do resultado de cada equipamento, impressos ao fim da votação. Indicam a quantidade de votos recebida por candidato e partido, nulos e brancos.

Internamente, esses votos ficam registrados digitalmente na mídia das urnas, embaralhados para impedir a identificação do eleitor e criptografados.

Militares lotados no comando da Defesa, que têm acompanhado o processo de fiscalização das urnas junto ao TSE, afirmam que a decisão de realizar a totalização de votos por conta própria ainda não foi oficializada, tampouco comunicada ao TSE.

Segundo um general, tudo depende de uma decisão política a ser transmitida pelo ministro da pasta, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira. Comandante supremo das Forças Armadas, Bolsonaro insiste na contagem paralela pela Defesa.

O “acompanhamento da totalização”, como vem sendo chamado na Defesa, seria parte do plano de fiscalização dos militares, que montaram uma equipe própria para a tarefa, formada por dez oficiais da ativa do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. A Defesa afirma que age de forma técnica para contribuir com o aperfeiçoamento da segurança e transparência do sistema. Os argumentos costumam abastecer a campanha política de descrédito das eleições empreendida por Bolsonaro.

A proposta foi sintetizada pelo presidente, em 27 de abril, durante cerimônia oficial no Palácio do Planalto. Na ocasião, ele defendeu pela primeira vez em público que as Forças Armadas contassem os votos paralelamente à Justiça Eleitoral. Segundo o presidente, essa sugestão havia partido dos militares.

A soma de votos pelas Forças Armadas é uma missão não prevista na Constituição nem nas diretrizes de Defesa Nacional. A Corte Eleitoral tem a missão exclusiva de promover as eleições, apurar e proclamar o resultado. Bolsonaro chegou a sugerir que a apuração seja semelhante à da Mega Sena.

O TSE já rebateu a ideia de que a apuração seja terceirizada ou realizada numa “sala secreta”. Por recomendação da Polícia Federal, a totalização é feita na sede da Corte, usando um supercomputador fornecido por uma multinacional de tecnologia, instalado na sala-cofre do TSE e operado por funcionários especializados do Judiciário.

Os dados com a parcial de votos apurada em cada urna, registrados em mídias, são transmitidos a Brasília não pela internet comum, mas sim por meio de uma rede dedicada de acesso restrito, com criptografia e uma série de barreiras de segurança. Nunca houve divergências no resultado.

AUDITORIA
Os militares entendem que a apuração por conta própria, a partir de dados oficiais do TSE, é parte das atividades de auditoria possíveis.

O TSE decidiu publicar todos os boletins de urna online com códigos QR, como forma de ampliar a transparência. Com isso, os militares e outras entidades fiscalizadoras, como partidos e Ministério Público, poderão consultar imediatamente os votos apurados e fazer somatórios independentes. Os militares argumentam que a apuração paralela, com a publicação dos boletins de urna na internet, pode ser feita por qualquer cidadão e se daria dentro das regras de fiscalização estabelecidas pelo TSE.

A resolução da Corte em vigor, aprovada em dezembro de 2021, prevê oito momentos de atuação das entidades. A última etapa é justamente após a totalização das eleições. É facultada então a “verificação da correção da contabilização dos votos, por meio da comparação com os BUs impressos”.

A equipe das Forças Armadas pediu ao TSE cópia das bases de dados dos BUs e seu formato de publicação na internet em eleições de 2014 e 2018, para poder estimar o esforço do desenvolvimento de programas de análise e modelagem dos boletins

Se optarem por esse caminho, a ideia inicial dos militares é conferir apenas uma amostragem representativa e não todas as zonas eleitorais do País. Durante as discussões na Comissão de Transparência Eleitoral, eles sugeriram a possibilidade de transmissão do conjunto de dados, para processamento da contagem por conta própria em mais de uma zona eleitoral ao mesmo tempo.

*AE

FONTE:PLENO NEWS

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Bolsonaro diz que manterá teto da alíquota do ICMS Declarações foram dadas durante entrevista ao Flow Podcast

 

Presidente Jair Bolsonaro Foto: Reprodução/Print de vídeo YouTube Flow Podcast

Nesta segunda-feira (8), o presidente Jair Bolsonaro disse que acertou com o Ministério da Economia a manutenção do teto do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis, gás natural, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo. Ele deu declarações durante entrevista ao Flow Podcast.

– [Se a medida] É eleitoral ou não é, o Parlamento aprovou. Agora, você pode ver, já está acertado com a equipe econômica. Nós vamos manter o desconto no ano que vem – falou o chefe do Executivo.

Segundo informações do Metrópoles, um projeto de lei sancionado em julho estabelece que energia elétrica, combustíveis, comunicações e transportes coletivos sejam classificados como essenciais e indispensáveis e, portanto, os estados ficam proibidos de cobrar uma taxa superior à alíquota geral de ICMS, que varia entre 17% e 18%.

FONTE:PLENO NEWS

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Plano de governo de Bolsonaro prevê reajuste a servidor público Documento é intitulado como "Caminho da Prosperidade - Construindo uma Grande Nação"

 

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Plano de governo de Jair Bolsonaro Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro vai sinalizar, no plano de governo que apresentará nos próximos dias, a concessão de reajuste salarial aos servidores públicos. Em minuta à qual a coluna teve acesso, ele também promete “insistir” na correção da tabela do Imposto de Renda, nas reformas estruturantes e no incentivo à mineração.

O plano de governo do presidente Jair Bolsonaro, caso seja reeleito ao cargo máximo do Executivo nacional, inclui a concessão de reajuste salarial aos servidores públicos. O planejamento, que deve ser apresentado nos próximos dias, consta no programa Caminho da Prosperidade – Construindo uma Grande Nação, e foi noticiado pelo colunista político Igor Gadelha, do portal metrópoles.

O texto diz que “o aperfeiçoamento dos seus planos de cargos e salários será um dos meios de incentivar o servidor”, assim como a realização de “promoções por mérito, fruto de avaliações que incentivem o cumprimento de metas”. Bolsonaro também promete corrigir a tabela do Imposto de Renda, nas reformas estruturantes e no incentivo à mineração.

O candidato à reeleição havia prometido reajuste salarial para algumas categorias do funcionalismo ainda este ano, principalmente aos policiais, mas foi convencido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, de que não havia recursos suficientes no Orçamento de 2022 para tal.

O documento, que mantém a linha ideológica das eleições passadas, frisa que “liberdade é tão importante quanto a própria vida” e “não tem serventia se a vida do cidadão é caracterizada pelo autoritarismo”.

– (A liberdade) não tem serventia se a vida do cidadão é caracterizada pelo autoritarismo; pelas intervenções do Estado na sua família e nas suas propriedades; pelas tentativas de cercear o direito inalienável da imprensa de informar livremente, pela falta de segurança jurídica ou da possibilidade de escolhas individuais – diz o plano de governo.

Integrantes da campanha dizem se tratar de uma minuta, com diretrizes do que deve ser o plano de governo oficial, e que o conteúdo ainda está passando por uma validação final antes de ser registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O Plano de Governo de Bolsonaro está sendo coordenado pelo general Braga Netto, vice na chapa de Bolsonaro. Ex-ministro da Defesa e da Casa Civil, ele pediu a participação dos ministérios para construir o programa.

IMPOSTO DE RENDA
Segundo o plano de governo de Bolsonaro, ele “continuará perseguindo” a correção de 31% da tabela do IR, se reeleito, para Pessoas Físicas, elevando a isenção para “todos os trabalhadores celetistas que recebessem até R$ 2,5 mil mensais”.

REFORMAS
No plano, Bolsonaro diz que, se reeleito, “continuará a implementar as mudanças e reformas estruturantes”. Segundo o documento, elas só não teriam sido “mais abrangentes” no primeiro governo em razão da pandemia da Covid-19 e da guerra entre a Rússia e a Ucrânia.

MINERAÇÃO
Na minuta, Bolsonaro diz que a mineração é “indispensável ao desenvolvimento socioeconômico do Brasil” e que, em seu eventual novo governo, a atividade “deve ser estimulada para que se atinja o desejado desenvolvimento socioeconômico e a proteção do patrimônio ambiental, binômio que representa o desenvolvimento sustentável”.

ECONOMIA
Na economia, a minuta defende “livre arbítrio para empreender” e enaltece a agenda de privatizações do governo federal, registrando que, no Programa de Parceria de Investimentos, desde 2019, já foram leiloados mais de 140 empreendimentos.

ARMAS DE FOGO
A campanha defende o acesso às armas de fogo como uma forma de “preservação e potencialização do exercício da legítima defesa”. Diz ainda que as armas contribuem para a pacificação social e preservação da vida, registrando a queda dos homicídios por arma de fogo de 2018 a 2019, “período este de ampla expansão de aquisição de armas de fogo pelo cidadão”.

FONTE:PLENO NEWS

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Flow com Bolsonaro ultrapassa audiência de show de Beyoncé Entrevista com presidente brasileiro teve audiência maior do que apresentação histórica da cantora em 2018

 

Bolsonaro durante participação no Flow Podcast Foto: Reprodução/YouTube Flow Podcast

A entrevista do presidente Jair Bolsonaro (PL) ao Flow Podcast durante a noite desta segunda-feira (8) registrou números de audiência que ultrapassaram até as estatísticas anotadas em shows de estrelas internacionais da música, como a cantora Beyoncé. Com um pico de cerca de 560 mil usuários simultâneos, a transmissão teve cerca de 5 horas e 20 minutos de duração.

Já na manhã desta terça (9), o chefe do Executivo comemorou o tamanho da audiência da entrevista e a comparou com a de um show realizado pela cantora Beyoncé no festival de música Coachella, em 2018. Na ocasião, a artista reuniu mais de 450 mil pessoas de público simultâneo para acompanhar o evento.

– Ultrapassamos Beyoncé. Obrigado a todos! – resumiu.

Bolsonaro publicou tuíte comemorando audiência do Flow Foto: Reprodução/Twitter

A transmissão com o atual presidente também registrou quase o dobro da audiência registrada pelo podcast Podpah na entrevista realizada em 2021 com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na época, a conversa chegou a atingir um público de aproximadamente 292 mil pessoas.

FONTE:PLENO NEWS

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Tarcísio responde pergunta de Haddad e alfineta petista Tarcísio disse ao público para procurar, no google, sobre o "pior prefeito de São Paulo"

 

Tarcísio de Freitas e Fernand Haddad no debate da Band Foto: Reprodução/Print da TV Band

Neste domingo (7), os candidatos ao governo de São Paulo realizaram o primeiro debate eleitoral de 2022. No evento, promovido pela Band, participaram Rodrigo Garcia, Tarcísio de Freitas, Vinicius Poit, Elvis Cezar e Fernando Haddad.

A primeira pergunta do debate foi feita por Haddad a Tarcísio, e envolveu o tema educação. O ex-prefeito de São Paulo questionou o ex-ministro da Infraestrutura sobre como melhorar a educação do estado. Após uma longa resposta, no entanto, Tarcísio decidiu alfinetar Haddad.

– Já que o candidato Haddad me fez uma pergunta, eu vou perguntar à plateia. Peço que entrem no Google e pesquisem qual o pior prefeito de São Paulo – apontou.

Em seguida, Rodrigo Garcia questionou Haddad sobre Poupatempo. O petista, no entanto, decidiu atacar Tarcísio e, sem mencionar seu nome, o presidente Jair Bolsonaro.

– Como fui agredido aquilo pelo Tarcísio. Quem for ao Google, digita genocida. Vocês vão ver que matou mais de 600 mil brasileiros por não comprar a vacina quando foi oferecida (…) Eu lamento você, na sua primeira resposta, vir com esse nível de agressividade e falando de Deus. Deus é paz, Deus é amor. Deus não é esse nível de agressão. Deus é vida e proteção da vida – destacou.

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Defesa diz “não interferir” em posições pessoais de militares Pasta disse que planejava a substituição de Ricardo Sant'Anna, excluído pelo TSE nesta segunda, desde a semana passada

 

Militares fiscalizam código-fonte das urnas Foto: Antonio Augusto/Secom/TSE

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, excluiu, nesta segunda-feira (8), o coronel do Exército, Ricardo Sant’Anna, da equipe de nove militares responsáveis por inspecionar o código-fonte das urnas eletrônicas. O documento, que também é assinado por Alexandre de Moraes, futuro chefe da Corte, alega que o militar “dissemina informações falsas” acerca do sistema eleitoral brasileiro.

Para o Ministério da Defesa, no entanto, a decisão foi “intempestiva”. A pasta afirma ainda que “não há interferência das posições pessoais dos integrantes no trabalho da equipe”. Vale ressaltar que Ricardo é apoiador do presidente Jair Bolsonaro, e nos últimos meses passou a intensificar questionamentos sobre a confiabilidade das urnas eletrônicas.

– O trabalho da equipe das Forças Armadas no âmbito da fiscalização do sistema eletrônico de votação é técnico e realizado de forma coletiva por seus integrantes, além de ser estritamente institucional. As atividades seguem a Resolução nº 23.673/2021. Assim, não há interferência das posições pessoais dos integrantes no trabalho da equipe – diz a pasta.

O ministério reiterou que a decisão de substituir o militar foi tomada na semana passada. Informa também, que “sobre o uso de mídias sociais, os militares ficam sujeitos à regulação das Forças”.

– Já no fim de semana passado o Exército havia decidido selecionar um novo integrante para a equipe em substituição ao atual. Assim que a seleção estiver concluída, o TSE será informado a respeito – concluiu.

ENTENDA O CASO
O coronel do Exército Ricardo Sant’ana integrava a equipe de nove oficiais que, na última quarta-feira (4), começou a analisar o código das urnas logo após o ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, enviar um ofício ao TSE com tarja de “urgentíssimo” pedindo que a Corte agendasse o início da análise.

Nesta segunda, o tribunal descredenciou o militar da equipe, após documento enviado ao ministro da Defesa.

– Trago ao conhecimento de vossa excelência notícia veiculada a respeito de um dos militares designados como representante de fiscalização por esse Ministério, a saber, o coronel do Exército Ricardo Sant’ana, segundo a qual perfis por ele mantidos em redes sociais disseminaram informações falsas a fim de desacreditar o sistema eleitoral brasileiro – ressaltou o ofício.

FONTE:PLENO NEWS

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Site da Nike barra “comunismo” e “Lula” na camisa da Seleção Empresa também proíbe nomes de outros candidatos, como Ciro Gomes, Simone Tebet, Jair Bolsonaro e ainda a palavra "mito"

 

Nova camisa da Seleção Brasileira Foto: Divulgação/Nike

Os novos uniformes da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2022 no Catar não podem ser personalizadas no site da Nike com nomes dos candidatos à Presidência, como Lula, Jair Bolsonaro, Ciro Gomes e Simone Tebet. Os nomes Luiz, Jair, Ciro e Simone estão disponíveis. Outros termos como “mito”, “socialismo” e “comunismo” também não são permitidos.

Para a personalização, o tamanho é de apenas dez caracteres, e o custo é de R$ 14,99 para adicionar seu nome e R$ 19,99 para colocar um número de sua escolha. O preço dos uniformes do Brasil, com escudo bordado, é de R$ 349,99. As versões infantis custam por R$ 299,99. Nesse primeiro momento, apenas aqueles cadastrados no site da Nike podem efetuar a compra. A camisa azul tamanho adulto já aparece esgotada no site.

O sucesso da nova camisa da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo nas redes sociais impactou o início da pré-venda, exclusiva no site oficial da Nike. Marcada para esta segunda-feira (8), a partir das 10h (horário de Brasília), o sistema ficou sobrecarregado pelo volume de pessoas tentando acessar o site e adquirir seu uniforme da coleção.

FONTE:PLENO NEWS

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