Apoiadora declarada e engajada de Jair Bolsonaro (PL), a jornalista Carla Cecato aparece na nova propaganda oficial de TV e rádio da campanha de reeleição do presidente. A primeira peça publicitária estreou nesta sexta-feira (7).
A apresentadora do Linha de Frente, da Jovem Pan, ressalta a grande quantidade de deputados e senadores alinhados com as pautas de Bolsonaro que foram eleitos no primeiro turno.
– Se você quer um governo de paz e harmonia pelo Brasil, precisamos de um presidente que trabalhe junto com os representantes que você escolheu – diz Ceccato na propaganda.
A jornalista atendeu a um convite de Fábio Wajngarten, ex-chefe da Secretaria Especial de Comunicação Social e um dos coordenadores de campanha de Bolsonaro.
Cássia Kis vota no Rio de Janeiro Foto: Daniel Pinheiro/AgNews
Durante conversa com jornalistas, nesta terça-feira (4), a atriz Cássia Kis defendeu o presidente Jair Bolsonaro (PL). Ela deu declarações no lançamento da novela Travessia, que irá estrear no próximo dia 10, na Globo. As informações são do colunista Lucas Pasin, do UOL.
– Bolsonaro é cristão. Mas católico de verdade ele ainda não é, mas pode ser. Ele está sendo apoiado [pelos católicos], e isso é maravilhoso, porque é evidente que o presidente Bolsonaro vem se transformando como homem. Ele reconhece que falou muita bobagem, tem reconhecido isso, sobretudo porque a vida religiosa e espiritual vêm se transformando com muita força – falou.
Ainda durante a conversa, ela citou uma profecia que seria de Nossa Senhora sobre o futuro do Brasil. Cássia Kis teria apontado que o país tem mudado de forma positiva com Bolsonaro e “só não vê quem não quer”.
Segundo a atriz, o presidente da República é um grande homem.
– Hoje, ele é um grande homem. Ele está se transformando sim em um grande homem. Eu tenho visto esse homem chorar. Ele é um homem se transformando positivamente. O país tem mostrado a sua mudança, não vê quem não quer. Existe uma profecia de Nossa Senhora de que o Brasil vai derramar sangue – declarou.
Pleno.News - 07/10/2022 07h55 | atualizado em 07/10/2022 07h58
Nesta quinta-feira (6), o ex-presidente Lula (PT) confundiu o nome do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, e o chamou de Sérgio. O episódio ocorreu durante um evento do PSD. As informações são do site O Antagonista.
– O Sérgio… o Eduardo Paes viveu um momento de ouro do Rio de Janeiro – falou o petista.
Já em outro momento do discurso, Lula citou o nome do ex-governador do estado, Sérgio Cabral, ao relembrar a festa pela escolha do Rio como sede da Olimpíada de 2016.
– A gente acreditava que era possível ser diferente. Por isso [é] que os discursos que nós fizemos em Copenhague, do Sérgio [Cabral], teu, meu, do [Henrique] Meirelles, eram discursos otimistas – disse Lula, dirigindo-se a Eduardo Paes.
Lula culpou Bolsonaro por morte de petista no dia 10 de setembro Foto: PT/Ricardo Stuckert
A ministra Cármen Lúcia, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ordenou nesta quinta-feira (6) que um discurso em que o ex-presidente Lula (PT) associa o presidente ao assassinato de um apoiador do PT em Mato Grosso seja removido das redes sociais. A ação foi ajuizada pela coligação de Bolsonaro.
Na decisão, a ministra ressaltou que a fala de Lula relaciona o “comportamento de candidato à morte de determinada pessoa”. De acordo com Cármen, Instagram e YouTube têm 24 horas para apagar dois vídeos do canal de Lula com discurso feito em Taboão da Serra (SP), em 10 de setembro.
– O PT tem obrigação de saber todas as coisas para ajudar esta família que foi vítima do genocida chamado Bolsonaro – declarou o petista, na ocasião.
Na ação, a coligação de Bolsonaro justificou que a fala do petista tenta atribuir a Bolsonaro “a responsabilidade por um assassinato e lhe confere, novamente, o adjetivo ‘genocida'”. Antes da atual decisão, o TSE já havia derrubado, em setembro, uma publicação na qual a presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PT-PR), chamava Bolsonaro de mandante do mesmo assassinato.
– Conversei com o irmão do Benedito Cardoso dos Santos, barbaramente torturado e assassinado por um bolsonarista em MT. Vamos acompanhar juridicamente o caso para que o assassino seja punido. Mas queremos da justiça eleitoral providências para o mandante do crime: Jair Bolsonaro – escreveu Gleisi, na ocasião.
Lula e Gleisi se referiam a Benedito Cardoso dos Santos, morto no dia 9 de setembro deste ano durante uma discussão sobre política em Confresa (MT), a 1.160 km de Cuiabá, após uma discussão.
Presidente Jair Bolsonaro Foto: PR/Anderson Riedel
Na noite desta quinta-feira (6), a Polícia Militar de Minas Gerais (MG) foi acionada após um “objeto estranho” ter sido encontrado do lado de fora de um teatro que foi palco de um evento a Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg). Homens do esquadrão antibomba foram enviados para a localidade.
Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro participou de um evento de campanha na sede da Fiemg.
De acordo com o jornal Valor Econômico, o objeto passou por avaliação e não foi encontrado nada.
Além disso, Bolsonaro já deixou o local após participar do evento.
Ministra Cármen Lúcia, do STF Foto: SCO/STF/Nelson Jr.
Nesta quarta-feira (5), o presidente Jair Bolsonaro (PL) criticou a ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele deu declarações durante uma transmissão ao vivo, nas redes sociais.
Bolsonaro citou o nome da magistrada ao comentar o inquérito que tramita no STF contra ele envolvendo acusações de corrupção no Ministério da Educação. O presidente da República afirmou que Cármen Lúcia tenta prejudicá-lo no inquérito que investiga se ele vazou informações sobre uma operação contra o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro. As informações são do R7.
O chefe do Executivo foi acusado de negociar o envio de verbas da pasta para prefeituras em troca de propina. As investigações seguem em andamento.
– O que aconteceu com a nossa ministra Cármen Lúcia? Ela mudou o voto dela. E ela agora, tá na cara, ela quer algo contra mim. Faz de tudo para que o Lula seja presidente. Ela quer me investigar no caso do Ministério da Educação. Até o momento não tem nada dizendo que algum prefeito recebeu algum recurso. Se aparecer, paciência – falou Bolsonaro.
Presidente da República, Jair Bolsonaro Foto: Agência Brasil/Valter Campanato
Na noite desta quarta-feira (5), o Ipec divulgou sua mais nova pesquisa eleitoral, o primeiro levantamento deste segundo turno das eleições. E de acordo com o instituto, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teria 51% das intenções de voto, enquanto o presidente Jair Bolsonaro (PL) teria 43%.
A pesquisa é a primeira divulgada após a polêmica ocorrida no domingo, quando os resultados das urnas mostraram divergências entre as projeções feitas por diversos institutos.
A nova pesquisa do Ipec foi realizada entre os dias 3 a 5 de outubro. Além dos números de Lula e Bolsonaro, o levantamento apontou que brancos e nulos estão em 4%, enquanto os indecisos aparecem com 2%. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
Já o registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi realizado com o número BR-02736/2022.
Alckmin já foi filmado em loja maçônica Foto: Divulgação
O pastor Silas Malafaia usou suas redes sociais para mostrar a participação do ex-governador Geraldo Alckmin, candidato a vice-presidente ao lado de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em uma loja maçônica.
Alckmin chega a elogiar a fraternidade e a mostrar que entende como esta organização funciona e quais são os seus princípios.
– Fiquei muito honrado com este convite e muito feliz. A maçonaria tem valores, ela tem princípios que orientam a existência humana, que constrói uma sociedade melhor, generosa, que enxerga o seu próximo e ajuda quem precisa – diz o político no vídeo.
Malafaia fez a postagem em resposta a uma onda de ataques vindos da esquerda que, para retirar o apoio de evangélicos a Jair Bolsonaro, criaram imagens falsas e usaram vídeos muito antigos onde o então deputado federal é recebido por uma loja maçônica.
De forma irônica, o pastor presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo brinca com os críticos de Bolsonaro e questiona: “E aí?”.
Apoiador de Lula mata amigo bolsonarista após discussão (Imagem ilustrativa) Foto: Pixabay
Um homem foi preso em flagrante após matar um amigo a facadas durante uma discussão provocada por discordância política, em Itanhaém, no litoral de São Paulo. O caso foi divulgado nesta quarta-feira (5) pela Polícia Militar (PM), que apontou que o suspeito é apoiador do ex-presidente Lula (PT). As informações são do portal G1.
Ainda de acordo com a PM, a vítima era um apoiador do presidente Jair Bolsonaro (PL). O crime aconteceu nesta terça-feira (4).
O suspeito foi identificado como Luis Antônio Ferreira da Silva, de 42 anos. Ele confessou o crime e contou ainda que, há 5 anos, morava junto com a vítima, José Roberto Gomes Mendes, de 52 anos.
O corpo do apoiador de Bolsonaro foi encontrado no chão do local, com oito ferimentos de faca espalhados pelo rosto, costas e pescoço. A vítima também usava uma camiseta com a foto do presidente da República.
O autor das facadas disse, durante depoimento, que a discussão começou quando o amigo dele disse que “todo petista era ladrão”. Ele afirmou que a vítima chegou a atirar uma panela em sua direção e pegou uma faca para atacá-lo. Os dois iniciaram uma luta corporal. Luis Antônio contou que tomou a faca e golpeou José Roberto.
No Boletim de Ocorrência na Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Itanhaém (SP), consta que os “motivos e quantidades de facadas descartam, por ora, o eventual reconhecimento de legítima defesa” por parte de Luis Antônio.
O autor das facadas foi levado para a Cadeia Pública de Peruíbe, no litoral de São Paulo.