Kellen Borges Paulino teria feito ameaça a colegas Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal LinkedIn
Uma ex-estagiária do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) foi proibida de entrar na Corte após gerar um temor entre ex-colegas de trabalho por causa de ameaças feitas por e-mail e por uma ida dela ao tribunal à procura de pessoas com quem ela trabalhou. Segundo o colunista Paulo Cappelli, do site Metrópoles, servidores disseram que a ex-estagiária ameaçou realizar ataques com bombas e facas.
O veto ao acesso da autora das ameaças, identificada como Kellen Borges Paulino, consta em uma portaria editada pelo presidente do TJRJ, desembargador Ricardo Couto de Castro, e publicada no Diário Oficial do tribunal no último dia 20 de fevereiro.
No texto, o magistrado diz que Kellen apresentou “comportamento não condizente com o padrão normal de conduta e urbanidade no trato com os integrantes de sua antiga lotação, e que tais comportamentos foram causa, inclusive, de seu desligamento profissional”.
O presidente do tribunal também destacou que a unidade administrativa onde a ex-estagiária atuava passou a funcionar “de portas trancadas” por conta do temor causado pelos e-mails enviados por Kellen aos antigos colegas. Além disso, de acordo com o documento oficial, a jovem teria comparecido ao antigo local de trabalho à procura de determinados ex-colegas.
A ida da ex-estagiária ao tribunal, por sinal, fez com que agentes de segurança precisassem ser chamados e levou ao aumento das “medidas de segurança no prédio, com acréscimo de postos de vigilância e implementação de visita periódica à unidade administrativa”.
Alexandre de Moraes Fotos: Rosinei Coutinho/SCO/STF // Reprodução/X
A conta de Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), na rede social X foi desativada na manhã desta sexta-feira (21).
Ao abrir o perfil do ministro, é exibida a mensagem: “essa conta não existe”. O STF foi questionado se a ação partiu do próprio ministro ou da plataforma, mas ainda não se pronunciou.
O ministro também ordenou que essa decisão seja enviada para a Polícia Federal (PF), a fim de dar continuidade às investigações no âmbito das milícias digitais.
Nesta quinta-feira (20), o advogado Celso Vilardi, que defende o ex-presidente Jair Bolsonaro no processo que investiga uma suposta tentativa de golpe, afirmou que o líder da direita brasileira não participou desses atos. Em entrevista à GloboNews, o advogado disse que essa será a principal linha de defesa.
Nesta semana, a Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou Bolsonaro pelos crimes de organização criminosa armada; tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; golpe de Estado; dano qualificado por violência e grave ameaça contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima; e deterioração de patrimônio tombado.
– Hoje, nós temos uma denúncia proposta, e a principal linha de defesa, evidentemente, será demonstrar a não participação do [então] presidente Bolsonaro nos fatos descritos na denúncia. Acho que essa é a principal linha, pela própria inconsistência da denúncia – apontou.
Durante a entrevista, o advogado também disse que pedirá para o caso ser julgado pelo plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), composto pelos 11 ministros, e não pela Primeira Turma da Corte, com apenas cinco magistrados.
– Como pode se fazer um julgamento na turma? Nós temos uma regra (…) Eu estou estudando a forma de pedir [para ser julgado no plenário], mas existe uma norma constitucional para julgamento de presidente da República – afirmou.
Gleisi Hoffmann, presidente do PT Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Nesta quinta-feira (20), a deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR) usou as redes sociais para disparar ataques contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Para a petista, o líder da direita brasileira “se faz de vítima“ e “tenta jogar a culpa nos outros“.
Gleisi fez os comentários após a Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciar o ex-presidente pelos crimes de organização criminosa armada; tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; golpe de Estado; dano qualificado por violência e grave ameaça contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima; e deterioração de patrimônio tombado.
A parlamentar, que é presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) defendeu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e disse ainda que Bolsonaro usa a estratégia sempre que é “confrontado com a verdade”.
– Toda vez que Jair Bolsonaro se vê confrontado com a verdade, com os crimes que cometeu contra o país e a democracia, ele se faz de vítima e tenta jogar a culpa nos outros. Não adianta desviar o assunto e atacar o presidente Lula por problemas que ele trabalha de verdade para resolver. Bem diferente de você, que é culpado também pela morte de centenas de milhares na pandemia, pelas famílias na fila do osso, pela destruição da economia, da educação e da saúde – escreveu.
Sobre a denúncia da PGR, Gleisi disse que ela é o resultado de anos de investigação seguindo todo o procedimento legal.
– A denúncia da PGR não nasceu anteontem. Ela é o resultado de dois anos de investigação, num inquérito que cumpriu rigorosamente todos os ritos do devido processo legal, que o chefe da milícia golpista queria rasgar. A denúncia contra Bolsonaro e seus cúmplices é o resultado do que eles fizeram para usurpar o poder e a soberania do povo nas eleições de 2022. A culpa é sua, inelegível! E quem está nas cordas é você e prestes a se tornar réu por muitos crimes. Sem anistia! – ressaltou.
Paulo Pimenta Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados
Ex-ministro e deputado federal, Paulo Pimenta (PT-RS) afirmou, nesta quarta-feira (19), que pedirá à Procuradoria-Geral da República (PGR) a imposição de tornozeleira eletrônica ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O pedido ocorre após Bolsonaro ser denunciado ao Supremo Tribunal Federal (STF) por suposta participação em tentativa de golpe de Estado.
Pimenta disse a jornalistas que Bolsonaro pode deixar o país mesmo estando sem passaporte [documento apreendido em 2024]. Na sua justificativa, o petista cita os dois dias que o líder da direita esteve hospedado na Embaixada da Hungria em Brasília.
O deputado também solicitará a apreensão dos passaportes de outros denunciados no caso que envolve, ao todo, 34 pessoas.
A denúncia da PGR, apresentada pelo procurador-geral Paulo Gonet, aponta Bolsonaro e o ex-ministro Braga Netto como líderes de uma trama para invalidar as eleições. O ex-presidente também é acusado de apoiar um plano contra a vida de Lula (PT), Geraldo Alckmin (PSB) e contra o ministro Alexandre de Moraes.
Adrián Simancas Foto: Reprodução/Print de vídeo redes sociais
O jovem venezuelano Adrián Simancas, que foi brevemente engolido por uma baleia, deu declarações sobre o ocorrido. O caso aconteceu, no último sábado (8), no Estreito de Magalhães, sul do Chile.
Adrián, de 23 anos, estava com o pai, Dell Simancas, de 49 anos, em um passeio de caiaque. O vídeo que mostra o episódio chegou a ser apontado como falso.Em entrevista à BBC, de quem são as informações, Simancas relatou o que sentiu.
– Estávamos remando há cerca de duas horas. Eu estava um pouco cansado, mas estávamos indo muito bem. Tínhamos as condições meteorológicas a nosso favor, estava tudo sob controle, até o momento em que senti algo me atingir por trás, se fechar sobre mim e me afundar. Consegui ver de relance uma cor azul escura e branca. Senti uma textura viscosa, que roçou meu rosto. Naquele momento, fechei os olhos esperando um impacto, mas a sensação foi mais como se ela estivesse me virando, do que me golpeando, e neste momento fiquei deitado. Passei um segundo me dando conta que estava dentro da boca de alguma coisa, que talvez tivesse me comido, que poderia ser uma orca ou um monstro marinho. Mas então, quando comecei a sentir que estou subindo em direção à superfície, que foi quando ela me cuspiu, subi por dois segundos e, finalmente, cheguei à superfície, e percebi que ela não havia me comido, que não era um predador – relatou.
Ele destacou que seu pai o tranquilizou:
– Mas meu pai me tranquilizou, e conseguimos fazer as manobras de resgate corretamente.
Adrián contou ainda que não imaginava que poderia encontrar uma baleia. Ao falar sobre como se sentiu, o jovem citou Pinóquio.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) acusou a primeira-dama Janja Lula da Silva de usar dinheiro público para viajar a Roma, na Itália, na quarta-feira (12). A declaração foi feita nesta quinta-feira (13), em uma postagem nas redes sociais.
– Esse dinheiro desperdiçado saiu do bolso do trabalhador, de gente que se esforça o mês inteiro para colocar comida na mesa e para pagar os impostos – escreveu o parlamentar.
Janja havia publicado um vídeo dizendo estar “abençoada” pelo encontro e que falou com o líder católico sobre o trabalho que ela faz por meio da Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza.
– Hoje a gente começou o dia abençoada, encontrando com o papa Francisco. Eu estou muito emocionada, toda vez que eu encontro com ele é sempre uma emoção – escreveu a esposa de Lula (PT).
Ela também mencionou seu trabalho com mulheres e meninas afetadas pela pobreza.
Alexandre de Moraes Fotos: Gustavo Moreno/STF e Fellipe Sampaio /STF
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), está em alerta em razão da iminente produção do relatório sobre sua atuação judicante. Um levantamento que envolve a conduta do ministro foi realizado durante recente visita do representante da Organização dos Estados Americanos (OEA), Pedro Vaca, ao Brasil.
Além de todas as denúncias colhidas contra Moraes pelo relator especial para a liberdade de expressão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), há um outro fator que gera enorme desconforto ao magistrado na hora de fazer as contas.
É que o principal financiador da OEA é justamente o governo dos Estados Unidos, sob o comando de Donald Trump. E tem mais. Alvos de duras decisões de Moraes, o empresário Elon Musk e o estrategista Jason Miller são membros do governo norte-americano.
Fiel ao seu estilo, Trump já mostrou a que veio ao cortar trilhões de dólares que os EUA destinavam a ONGs e à Usaid, agência que banca iniciativas em outros países. O comando da OEA assiste a essas decisões do líder da direita americana e sabe que se pisar na bola, perderá a maior parte do capital que a mantém.
Se o relatório desta visita de Pedro Vaca ao Brasil não for fidedigno à realidade brasileira muito conhecida por Trump, a OEA comprará uma briga maior que sua capacidade de comportar. A expectativa é de que o órgão não se furte a retratar o que ocorre no Brasil.
Só neste ano, se tudo correr bem, a previsão é que o governo Trump destine 52 milhões de dólares (cerca de R$ 297 milhões) à OEA. A quantia repassada pelos EUA corresponde a metade das receitas da instituição, que possui 34 nações.
A temperatura do relatório produzido por Pedro Vaca pode ser traduzido, talvez, por suas impressões preliminares, reveladas ao Metrópoles. O enviado da OEA admitiu ter ficado “impressionado” com o tom das acusações contra Alexandre de Moraes.
– O tom dos relatórios é realmente impressionante. Temos que analisar isso com calma. Eles [STF] divulgaram um comunicado de imprensa sobre o encontro. Essa é a voz deles. Teremos a nossa mais tarde – disse Vaca.
Senador Flávio Bolsonaro Foto: Roque de Sá/Agência Senado
Nesta quarta-feira (5), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) usou as redes sociais para pedir ao presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, que ajude o Rio de Janeiro. A declaração ocorre após um comentário de Trump prometendo ajudar a Faixa de Gaza, no Oriente Médio, a evoluir.
Diante do comentário, Flávio comparou o Rio de Janeiro ao território do Oriente Médio e lembrou que o estado também é violento.
– Trump prometendo transformar a Faixa de Gaza no Japão do Oriente Médio! Libertar um território dominado pelos terroristas do Hamas numa democracia e converter ruínas em arranha céus modernos, com boom de empregos e prosperidade! Vou marcar o presidente Donald Trump aqui para lembrá-lo que aqui no Rio de Janeiro também uma “faixa de Gaza”, vai que ele resolve nos ajudar também! – escreveu.
Nesta segunda-feira (3), durante o culto fúnebre de sua mãe, Keila Ferreira, Marinna Costa Ferreira, foi ordenada pastora.
A cerimônia, a pedido do bispo Abner Ferreira (tio de Marinna), foi conduzida pelo bispo primaz Manoel Ferreira (avô de Marinna).
Debilitado, Samuel Ferreira, mesmo em seu sofrimento, dirigiu-se à filha. Lembrou que, desde a morte de sua esposa no último sábado (1º), a Confederação de Irmãs Beneficentes Evangélicas Nacional (CIBEN) permanecia sem presidente, mas que, naquele instante, essa situação se encerraria.
A pastora Marianna Ferreira, além de sua ordenação, assumiu a presidência mundial da Ciben. Casada com o pastor Igor Nunes Sousa Ferreira, ela já atuava como evangelista e liderava a Frente Jovem da Assembleia de Deus do Brás.
A bispa Sônia Hernandes, da Igreja Renascer em Cristo, incentivou Marianna, seu irmão, pastor Manoel Ferreira Neto, e seu pai a seguirem com o ministério, honrando o legado deixado por Keila, antes da sua consagração.