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Delegados da Polícia Federal repudiam fala de Lewandowski O ministro declarou que a polícia prende mal, por isso o Judiciário solta

Ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski Foto: MJSP/Tom Costa

Nesta quinta-feira (20), a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) emitiu uma nota de repúdio às declarações do ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, sobre o Judiciário ser obrigado a soltar detentos porque a “polícia prende mal”.

– Consideramos tais declarações inconcebíveis e prejudiciais à integração entre as instituições do sistema de justiça criminal – diz a entidade em suas redes sociais.

Em parte da nota, a instituição diz que “só é possível falar em prisão ‘mal realizada’ quando se detecta alguma ilegalidade e certamente essa não é a realidade diuturna das audiências de custódia realizadas no Brasil”.

E continua:

– É preciso esclarecer à sociedade que na maioria esmagadora dos casos, a prisão é considerada legal e o juiz que preside o ato concede a liberdade provisória, com ou sem fiança, atendendo a um pedido feito pela defesa ou pelo Ministério Público, por entender que não há necessidade concreta de conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva.

O ministro afirmou que “a polícia tem que prender melhor” e tentou recriar o jargão popular que a “polícia prende, e o Judiciário solta”.

– Eu vou dizer o seguinte: a polícia prende mal e o Judiciário é obrigado a soltar – afirmou o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

A fala do ministro ocorreu nesta quarta-feira (19) durante abertura da reunião do Conselho Deliberativo da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), em Brasília.

 

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FONTE:PLENO NEWS

 

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Zoe Martínez comemora após conseguir cidadania espanhola "Mais uma conquista", destacou a vereadora

Zoe Martínez Foto: Reprodução/Instagram ZOE MARTÍNEZ

Nesta quinta-feira (20), a vereadora Zoe Martínez (PL-SP) usou as redes sociais para revelar uma conquista. Ela compartilhou que conseguiu a cidadania espanhola.

– Mais uma conquista. Com a graça e bênção de Deus, consegui minha cidadania espanhola. Agora sou cubana, brasileira e espanhola – destacou.Zoe nasceu em Cuba e está no Brasil desde os 12 anos de idade. Em 2018, ela naturalizou-se brasileira para conseguir votar no ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

FONTE:PLENO NEWS

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Petistas afirmam que Moraes ia confiscar passaporte de Eduardo Deputados comentaram sobre a articulação do parlamentar do PL nos Estados Unidos

 

Lindbergh Farias (PT-RJ) e Rogério Correia (PT-MG) Foto: Reprodução

Nesta terça-feira (18), os deputados federais Lindbergh Farias (PT-RJ) e Rogério Correia (PT-MG) gravaram um vídeo comemorando a decisão do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) de abdicar de seu mandato para ficar nos Estados Unidos. Segundo eles, caso o parlamentar voltasse ao Brasil, teria o passaporte confiscado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido deles.

Os petistas afirmam que entraram com um pedido no STF para a apreensão do passaporte de Eduardo Bolsonaro. O argumento era de que ele estaria conspirando contra o Brasil ao articular com parlamentares norte-americanos contra o ministro Moraes.

Segundo Lindbergh, Eduardo teria pressionado o Judiciário e articulado uma lei no Congresso dos EUA para prejudicar Moraes.

– Ele é o responsável por toda uma articulação no Parlamento Norte-Americano. Eles aprovaram no comitê judiciário de lá, uma lei específica para prejudicar o Alexandre Moraes, ele está conspirando com o Departamento de Estado norte-americano, teve lá o Michael Kozak, que era o representante do hemisfério ocidental, antes daquela nota, e nós pedimos a apreensão do passaporte – disse Farias.

Correia reforçou que Eduardo Bolsonaro “fugiu” para evitar a apreensão do documento e continuar sua atuação nos EUA. Ele também acusou o deputado de planejar uma “trama golpista” e afirmou que Jair Bolsonaro pode estar envolvido.

– É óbvio que se ele voltasse para o Brasil, Alexandre Moraes, a pedido nosso, ia confiscar o passaporte dele. E ele não poderia voltar aos Estados Unidos para continuar sua trama golpista. Por isso, ele preferiu ficar lá com medo de perder o passaporte. Nós acertamos em cheio. Ele queria fugir para preparar o golpe.

Lindbergh destacou que Eduardo Bolsonaro já fez quatro viagens para os Estados Unidos e recebia salário enquanto articulava politicamente fora do país. Para ele, a saída do deputado da Comissão foi um passo importante.

Correia concluiu dizendo que Eduardo queria usar a Comissão para suas articulações políticas e que sua saída foi essencial para o Parlamento.

Assista:

 

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FONTE:PLENO NEWS 

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Por comparar colega a Maria do Rosário, vereador é condenado Justiça eleitoral viu violência política de gênero no caso registrado em São Caetano do Sul

 

Américo Scucuglia Foto: Câmara Municipal de São Caetano

O vereador Américo Scucuglia (PRD-SP) foi condenado nesta terça-feira (18) pela Justiça Eleitoral por violência política de gênero contra a vereadora Bruna Biondi (PSOL-SP). O caso aconteceu em fevereiro do ano passado, na Câmara Municipal de São Caetano do Sul, em São Paulo.

Durante uma sessão ordinária, Scucuglia comparou Biondi à deputada federal Maria do Rosário (PT-RS). Ele afirmou que, se dependesse da vereadora, o Brasil seria uma “beleza”, mas que, felizmente, a esquerda era minoria.

– Se deixasse pela nossa Maria do Rosário aqui de São Caetano, seria uma beleza o Brasil, mas graças a Deus que a esquerda é uma minoria – afirmou o parlamentar do Partido Renovação Democrática.

A fala fez referência a uma declaração do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) contra Maria do Rosário, no Congresso Nacional, já há alguns anos. Na ocasião, o político conservador disse que “não a estupraria porque ela não merecia”.

A discussão entre os vereadores começou durante um debate sobre declarações do presidente Lula (PT) sobre o conflito entre Israel e Palestina. Também estava em pauta uma moção de apoio a deputados de oposição ao governo petista.

Agora, a defesa de Biondi alegou que Scucuglia usou palavras humilhantes para menosprezar a parlamentar por ser mulher. Segundo a denúncia, ele teria tentado dificultar o exercício do mandato da vereadora.

Ao julgar o caso, o juiz eleitoral Pedro Corrêa Liao concluiu que houve intenção de silenciar Biondi com menosprezo à sua condição de mulher. Segundo ele, ficou evidente o “dolo de impedir ou dificultar a fala da vítima no exercício de seu mandato eletivo por meio do menosprezo à condição de mulher”.

Assim, ele condenou o parlamentar, mas a pena privativa de liberdade foi substituída por prestação pecuniária a entidades sociais.

Scucuglia negou ter cometido crime, mas admitiu a fala registrada em sessão. Ele afirmou que reagiu no “calor da emoção”, porque Biondi estaria insultando os colegas, chamando-os de fascistas e bolsonaristas.

A vereadora, por sua vez, comemorou a decisão da Justiça:

– Depois de anos sofrendo violência política de gênero dentro da Câmara Municipal, sendo a única mulher de esquerda e de oposição nesta legislatura, finalmente os vereadores de extrema-direita estão sendo responsabilizados pelos seus atos machistas. As informações são do G1.

FONTE:PLENO NEWS

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Quem era a policial que morreu atropelada por jovem embriagado Carla Bon trabalhava como acolhedora de policiais feridos ou mortos em serviço

 

Carla Cristiane Teixeira Bon Foto: Arquivo Pessoal

A policial militar que morreu atropelada por um motorista embriagado na Linha Amarela, nesta segunda-feira (17), no Rio de Janeiro, trabalhou dez anos como acolhedora de policiais feridos ou mortos em serviço. Era ela quem fazia a abordagem e informava as famílias de PMs sobre mortes em ação. Ultimamente, Carla Cristiane Teixeira Bon, de 39 anos, trabalhava na Coordenadoria de Polícia Pacificadora.

Na madrugada desta segunda Carla dava apoio a agentes do Batalhão de Policiamento de Vias Expressas (BPVE) quando foi atropelada por um carro. Ela estava do lado de fora da viatura policial, na altura do bairro Del Castilho, na Zona Norte do Rio, quando foi atingida pelo veículo desgovernado. O carro era dirigido pelo militar do Exército Kayky Moisés Esposito Santos, de 21 anos, que, segundo a polícia, estava embriagado. A reportagem não conseguiu contato com a defesa do militar.

Ainda de acordo com a polícia, ele foi preso e está sob responsabilidade da Polícia do Exército. Em nota, o Exército informou que um procedimento administrativo investigatório vai apurar as circunstâncias do acidente.

Carla estava na PM desde 2012 e, até 2022, atuou na comissão de acolhimento da Polícia Militar. Entre as suas funções estava a de procurar a família de policiais mortos em serviço e dar a informação aos familiares. Ela também oferecia suporte emocional às famílias. No caso de policiais feridos, fazia o encaminhamento e acompanhava o tratamento.

Carla deixou dois filhos. O corpo será sepultado às 15 horas, no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, na Zona Oeste do Rio. A Secretaria de Estado da Polícia Militar lamentou a morte da sargento em seus perfis oficiais no Instagram e no Facebook. Colegas de farda se manifestaram em redes sociais.

– Vai em paz, guerreira, e que Deus conforte toda sua família – disse um deles.

– Que Deus receba essa heroína e dê paz aos corações dos filhos, amigos e parentes – acrescentou outro.

FONTE:PLENO NEWS

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“Em oração”, declara Michelle em mensagem a Eduardo Bolsonaro Ex-primeira-dama publicou mensagem de solidariedade ao deputado

 

Michelle ao lado de Eduardo e Heloísa Bolsonaro Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro se pronunciou em seu perfil no Instagram, nesta terça-feira (18), sobre a decisão do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) de se licenciar do cargo e ficar nos Estados Unidos. Em mensagem direcionada ao político e à esposa dele, Heloísa Bolsonaro, Michelle disse estar em oração pelo casal e chamou o parlamentar de “orgulho da família”.

– Amamos vocês, Eduardo Bolsonaro e Heloísa Bolsonaro, e seguimos em oração. Duda, você não e apenas o orgulho da familia, mas de um povo de bem que luta e ama sua nação. Obrigada por tanto! – escreveu Michelle.

Postagem de Michelle Bolsonaro F
Fonte:pleno news
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Glória Perez sugere apoio à anistia e gera mal-estar na Globo Autora de novelas acompanhou manifestação do último domingo

 

Gloria Perez Foto: AGNews

A autora Glória Perez demonstrou que estava acompanhando o ato Anistia Já, encabeçado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), no último domingo (16), na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. A escritora de novelas da Globo compartilhou um story no Instagram com imagens da manifestação.

– Manifestação pacífica no Rio em defesa da anistia. Povo lota Praia de Copacabana na manhã deste domingo – dizia a chamada da transmissão da Revista Oeste, postada por Glória.



De acordo com a coluna F5, da Folha de S.Paulo, o atitude da escritora de novelas como Caminho das Índias e O Clone, gerou polêmica nos bastidores da TV Globo.

Glória teve seu contrato renovado com a emissora no ano passado, mas sua nova novela foi adiada para 2026 devido a uma trama política que ela pretende retratar na história. A novela de Glória iria substituir Vale Tudo, mas Três Graças, de Aguinaldo Silva acabou furando a fila.

Agora o fato do último domingo (16) causou polêmica dentro da Globo por causa de um bastidor maior que a envolve.

FONTE:PLENO NEWS


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Bolsonaro se emociona ao falar da decisão de Eduardo em ficar nos EUA Ex-presidente deu declarações durante evento em Brasília

 

Bolsonaro se emociona ao falar da decisão de Eduardo em ficar nos EUA Foto: Reprodução/ Print de vídeo redes sociais

Nesta terça-feira (18), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) participou da abertura da exposição Holocausto – Qual teria sido seu papel nessa tragédia?, que é produzida pela comunidade da Escola Cristã Verbo Vivo, de São Joaquim de Bicas (MG). O evento aconteceu no Senado Federal, em Brasília (DF). O conservador ficou emocionado ao falar sobre as lutas do povo judeu e também sobre o atual cenário político brasileiro, tendo também citado a decisão de seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que passará a viver nos Estados Unidos.

O líder da direita lembrou ainda que está com o passaporte retido por causa da investigação da tentativa de um suposto golpe de Estado.

— Toda vez que estive em Israel, fui bem recebido. Conheci o país acompanhado da minha senhora e visitei o museu do Holocausto. Não podemos nos esquecer e isso não pode acontecer nunca mais. Hoje está sendo um dia marcante para mim. O afastamento de um filho. Um filho que se afasta mais do que por um momento de patriotismo. Se afasta para combater algo parecido com o nazifascismo que avança em nosso país. A liberdade não tem preço e é mais importante que a própria vida. O exemplo de Israel está vivo — falou Bolsonaro.


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Eduardo anuncia que ficará nos EUA e se licenciará do cargo Segundo deputado, objetivo é buscar "sanções" internacionais contra "os violadores de direitos humanos" no Brasil

 

Eduardo Bolsonaro Foto: Frame de vídeo / YouTube / Eduardo Bolsonaro

“A decisão mais difícil da minha vida”. O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) anunciou, nesta terça-feira (18), que vai se licenciar de seu cargo na Câmara dos Deputados para permanecer nos Estados Unidos. De acordo com ele, o objetivo é lutar por sanções contra “os violadores de direitos humanos” no Brasil, em especial o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a quem citou nominalmente.

– Irei me licenciar sem remuneração para que possa me dedicar integralmente e buscar as devidas sanções aos violadores de direitos humanos. Aqui poderei focar em buscar as justas punições que Alexandre de Moraes e sua Gestapo [referência à polícia secreta da Alemanha nazista] da Polícia Federal merecem. Acharam que iam me chantagear com os benefícios e regalias do cargo, não poderiam errar mais miseravelmente. Abro mão de cabeça erguida de toda essa pompa para seguir firme na minha missão de trazer justiça para todos os tiranos – declarou.

O anúncio de Eduardo foi feito por meio de vídeo publicado nas redes sociais e em seu canal no YouTube. Na gravação, o parlamentar disse que irá “abraçar o sacrifício com entusiasmo” e focar “100%” de seu tempo em fazer justiça pelos presos do 8 de janeiro e os “demais perseguidos que fizeram parte do governo Bolsonaro”.

– [Eles] estão pagando o preço da crueldade de um psicopata, que sonha em prender Jair Bolsonaro e, imagina ele, que assim vai exterminar o maior movimento popular que a minha geração já testemunhou, liderado pelo nosso eterno presidente – adicionou.

Eduardo ainda prometeu buscar um cenário internacional que “permita eleições limpas, transparentes e com ampla participação da oposição”. Jair Bolsonaro está inelegível por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que enxergou na conduta do ex-chefe do Executivo prática de abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação.

– Nunca imaginei que eu faria uma mala de sete dias para não mais retornar para a minha casa. Mas hoje vejo com clareza que Deus está me mostrando o caminho. Tenho certeza que o meu eleitor também entende que o meu trabalho neste momento é muito mais importante aqui nos Estados Unidos do que no Brasil – acrescentou o parlamentar, que inicialmente embarcou para os EUA planejando fazer uma curta viagem.

Assista ao vídeo completo a seguir:

Fonte:pleno news

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Após Eduardo Bolsonaro anunciar que ficaria nos EUA, PGR se manifesta contra apreensão de seu passaporte Deputado citou possibilidade de proibição de deixar o Brasil como motivo para se licenciar do mandato e ficar nos Estados Unidos



O procurador-geral da República, Paulo Gonet, manifestou-se nesta terça-feira contra a apreensão do passaporte do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). A manifestação foi apresentada após Eduardo anunciar que irá se licenciar do mandato e ficar nos Estados Unidos, e citar a possível apreensão do passaporte como motivo.

Gonet defendeu o arquivamento de uma notícia-crime apresentada pelos deputados federais Lindbergh Farias (PT-RJ) e Rogério Correia (PT-MG) e a rejeição dos pedidos apresentados por ele, incluindo a proibição de deixar o Brasil.

Os parlamentares petistas alegaram que o colega teria cometido crime contra a soberania do Brasil e tentado atrapalhar a investigação sobre uma suposta trama golpista ao apoiar um projeto para impedir o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de entrar nos Estados Unidos.


Gonet, contudo, considerou que "as apontadas relações mantidas entre o parlamentar requerido e autoridades estrangeiras são insuficientes para configurar a prática das condutas penais".

De acordo com o procurador-geral, só haveria crime contra a soberania se ocorresse uma "negociação com governo ou grupo estrangeiro, ou seus agentes, com o fim de provocar atos típicos de guerra contra o País ou invadi-lo".

A manifestação foi enviada ao ministro Alexandre de Moraes, relator da notícia-crime. Moraes havia pedido a posição de Gonet no dia 5 de março, com um prazo de cinco dias.

 O parecer da PGR foi protocolado horas após Eduardo publicar um vídeo anunciando ter se licenciado do cargo na Câmara e se mudado para os Estados Unidos. O parlamentar justificou a decisão pelo que chamou de perseguição a qual ele e seu pai estão sendo submetidos no Brasil.

 Fonte/Créditos: O Globo

fonte:https://www.aliadosbrasiloficial.com.br/

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