Nikolas Ferreira e Thais Carla Fotos: Reprodução/Redes Sociais
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) voltou a se manifestar acerca da polêmica entre ele e a influenciadora Thais Carla. Desta vez, o parlamentar relembrou um episódio em que a influenciadora comentou sobre o corpo de outra mulher, apontando a magreza da top model Gisele Bündchen.
Em vídeo compartilhado pelo vereador nesta segunda-feira (6), Thais chama a modelo brasileira de “tripa”.
– (…) É um papelzinho…Você não sabe se quando ela [Gisele] vira é lado ou frente – disse, aos risos.
Na legenda, Nikolas apontou: “Ela pode zuar, mas não pode ser zuada?”.
Confira:
INDENIZAÇÃO Thais Carla quer ser indenizada por uso indevido de sua imagem por parte de Nikolas Ferreira. De acordo com o G1, a defesa deve pedir R$ 52.080.
Segundo as advogadas Ives Bittencourt e Janaína Abreu, que representam Thais Carla, “estar ocupando o cargo de deputado federal não autoriza o político a violar a legislação vigente no país”.
– Estar ocupando o cargo de deputado federal não autoriza o político a violar a legislação vigente no país. Como especialistas em direito de imagem e em crimes cibernéticos, destacamos que a liberdade de expressão não é absoluta. Sendo assim, entendemos que o sr. Nikolas Ferreira violou, para além da imagem, a honra da nossa cliente – disseram.
A polêmica começou no último sábado (4), quando o deputado comentou a respeito de uma foto em que Thais Carla, que é obesa, está fantasiada de Globeleza. Na legenda, o parlamentar comentou: “Tiraram a beleza e ficou só o Globo”.
Ministro Alexandre de Moraes, presidente do TSE e ministro do STF Fotos: LR Moreira/Secom/TSE
Nesta segunda-feira (6), o jornal O Estado de São Paulo “surpreendeu” ao publicar um editorial com críticas a atuação de um integrante do Supremo Tribunal Federal (STF). No texto, o veículo falou sobre declarações de Alexandre de Moraes em um evento empresarial e afirmou que o “protagonismo fora dos autos de ministros do Supremo não faz bem ao” Brasil.
O caso em questão ocorreu após Moraes falar sobre casos em segredo de justiça e citar investigações a respeito de financiadores de protestos e sobre as declarações do senador Marcos do Val, quando falou sobre um suposto plano para gravar o ministro.
Para o Estadão, é “absolutamente inconveniente, para dizer o mínimo, que um ministro do STF se considere autorizado a tecer comentários a respeito de casos sob sua jurisdição”. Para o jornal, o “protagonismo fora dos autos de ministros do Supremo não faz bem ao país. Fora dos limites da lei não há caminho saudável. Não há construção de soluções”.
Além disso, o veículo apontou que não é prudente “que ministros do Supremo aceitem participar de eventos privados em que figuram como estrelas, de quem se espera, justamente por isso, ouvir informações e comentários que forneçam pistas sobre suas inclinações no julgamento de casos de grande repercussão”.
Veja a íntegra do editorial:
O necessário silêncio dos juízes Em evento empresarial do qual participaram mais três integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Alexandre de Moraes voltou a falar de casos sob sua jurisdição, alguns deles que correm em segredo de Justiça. “As investigações da Polícia Federal continuarão e vamos analisar a responsabilidade de todos aqueles que se envolveram na tentativa de golpe (de 8 de janeiro). Temos informações adiantadíssimas sobre os financiadores, desde o ano passado”, disse o magistrado.
No evento, Alexandre de Moraes comentou sobre a história contada pelo senador Marcos do Val, a respeito de suposta articulação golpista envolvendo o ex-deputado Daniel Silveira e o ex-presidente Jair Bolsonaro. “A ideia genial que tiveram foi colocar escuta no senador. (…) Para que o senador pudesse me gravar e, a partir dessa gravação, pudesse solicitar a minha retirada da presidência dos inquéritos”, disse. “Foi exatamente esta a tentativa de uma operação Tabajara que mostra o quão ridículo nós chegamos à tentativa de um golpe no Brasil.”
É absolutamente inconveniente, para dizer o mínimo, que um ministro do STF se considere autorizado a tecer comentários a respeito de casos sob sua jurisdição, avaliando se a manobra golpista era factível, se estava bem estruturada, se foi bem pensada. Ao que se sabe, as investigações ainda estão em andamento. No entanto, o relator considera-se habilitado a manifestar publicamente sua visão dos fatos.
Esse protagonismo fora dos autos de ministros do Supremo não faz bem ao País. Fora dos limites da lei não há caminho saudável. Não há construção de soluções. A Lei Orgânica da Magistratura é cristalina. “É vedado ao magistrado manifestar, por qualquer meio de comunicação, opinião sobre processo pendente de julgamento, seu ou de outrem, ou juízo depreciativo sobre despachos, votos ou sentenças, de órgãos judiciais, ressalvada a crítica nos autos e em obras técnicas ou no exercício do magistério” (art. 36, III).
A necessária defesa da democracia por parte do Judiciário é feita nos autos. Isso não é uma limitação ocasional, fruto de circunstâncias excepcionais. Trata-se do reconhecimento do papel e do âmbito de funcionamento da Justiça: a magistratura exerce sua função nos autos. Não há outro modo de atuar. Como afirmou o próprio Alexandre de Moraes, ao falar de uma suposta acusação que o senador Marcos do Val lhe teria feito oralmente – mas que não a colocou por escrito –, “o que não é oficial, para mim, não existe”.
A contribuição do Judiciário não se dá por meio de entrevistas, muito menos com participação em eventos de empresários. É claro que, como quaisquer cidadãos, os ministros do Supremo têm direito à própria opinião, mas, enquanto integrantes do tribunal que dá a última palavra no Judiciário, esses magistrados fazem bem quando guardam suas opiniões para si mesmos ou as compartilham somente com amigos e parentes. O País não precisa que ministros debatam publicamente sobre a vida nacional; precisa, sim, que eles exerçam seu trabalho de modo silencioso, eficiente, dentro dos prazos e cumprindo as regras de competência.
Ademais, não é prudente que ministros do Supremo aceitem participar de eventos privados em que figuram como estrelas, de quem se espera, justamente por isso, ouvir informações e comentários que forneçam pistas sobre suas inclinações no julgamento de casos de grande repercussão. E não só isso: é igualmente imprudente participar de eventos com empresários que não raro têm interesse em processos que tramitam no Supremo. Não se trata aqui de duvidar do caráter deste ou daquele ministro; trata-se de lembrar das razões pelas quais a Justiça é retratada como uma senhora vendada.
É tempo de maturidade. Assim como a liberdade de crítica não dá direito de ameaçar os integrantes do Supremo, o reconhecimento de eventuais equívocos por parte de ministros, com a consequente e necessária mudança de atitude pública, não significa anuência com os detratores do STF. É antes a melhor defesa da Corte. O compromisso é com a Constituição, não com os erros.
A ex-deputada Janaina Paschoal foi entrevistada pela CNN Brasil para falar sobre vários assuntos; entre eles, a prisão de manifestantes que estavam na Praça dos Três Poderes, em Brasília, no dia 8 de janeiro.
A professora de Direito revelou que um site jurídico publicou um processo no qual o Ministério Público Federal acusava uma pessoa e deixava claro que não tinha provas contra ela.
– O que as pessoas não estão compreendendo, pela ojeriza ao Bolsonaro e à figura do bolsonarismo, é que o ódio ao bolsonarismo está fazendo excepcionar todas essas garantias que há anos estamos construindo e defendendo e eu me preocupo – disse Janaina.
Raquel Landim, uma das apresentadoras do CNN Arena, duvidou da informação e quis saber se o processo citado não era uma fake news.
– Mas essa informação que a senhora está trazendo foi publicada por alguma ata pública, por algum veículo de confiabilidade? Porque a senhora está apontando como um fato – disse a apresentadora.
Janaina não gostou do tom e respondeu:
– É. Por que eu sou uma pessoa super irresponsável… A senhora conhece os sites jurídicos Migalhas ou Conjur? Por que eu olho todo dia e está lá. Agora se a senhora considera esses sites fake news, aí é outra história.
A fala do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de que Cuba e Venezuela deram calotes no Brasil por culpa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é falsa. Os países devem ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) desde 2018, quando o presidente era Michel Temer (MDB).
– Vamos ser francos, os países que não pagaram, seja Cuba, seja Venezuela, é porque o presidente Bolsonaro decidiu cortar relações internacionais – disse o petista sem compromisso com a verdade.
Os países aliados do PT tomaram R$ 11 bilhões, em empréstimos do BNDES entre 2007 e 2015, mas deixaram de pagar desde 2018 e a dívida hoje está em mais de R$ 4,6 bilhões.
O valor devido ao Brasil seria suficiente para construir quase mil hospitais ou ainda ampliar o número de beneficiários que recebem o Bolsa Família.
Lula, porém, pretende continuar emprestando dinheiro para países aliados ideologicamente a ele por intermédio do BNDES.
– O fato é que essas operações deram lucro, além de gerar emprego no Brasil. Os países que não pagaram foi porque o governo anterior cortou relações e parou de cobrar para ficar nos acusando. No nosso governo eu tenho certeza que pagarão, porque são países amigos do Brasil – afirmou o atual presidente.
A influenciadora Thais Carla quer ser indenizada por uso indevido de sua imagem por parte do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). A defesa deve pedir R$ 52.080. As informações são do G1.
A polêmica começou no último sábado (4), quando o deputado comentou a respeito de uma foto em que Thais Carla, que é obesa, está fantasiada de Globeleza. Na legenda, o parlamentar comentou: “Tiraram a beleza e ficou só o Globo”.
A foto em que Thais aparece com uma pintura corporal também foi publicada no último sábado.
Após receber críticas, Ferreira ironizou a situação. Ele publicando uma foto adulterada em que aparece bochechudo, com a legenda: “Pronto, agora tenho lugar de fala”.
Segundo as advogadas Ives Bittencourt e Janaína Abreu, que representam Thais Carla, “estar ocupando o cargo de deputado federal não autoriza o político a violar a legislação vigente no país”.
– Estar ocupando o cargo de deputado federal não autoriza o político a violar a legislação vigente no país. Como especialistas em direito de imagem e em crimes cibernéticos, destacamos que a liberdade de expressão não é absoluta. Sendo assim, entendemos que o sr. Nikolas Ferreira violou, para além da imagem, a honra da nossa cliente – disseram.
Elas acreditam que processos contra esse tipo de comentário são importantes para combater a gordofobia.
– Ações como essas são fundamentais para reestabelecer a dignidade da população gorda do Brasil, que ainda em 2023, segue invisibilizada e marginalizada em todas suas esferas.
Cogitada recentemente como um possível nome da direita brasileira para alçar a Presidência da República em 2026, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro tratou de mandar um “recado” à oposição, descartando a possibilidade.
Por meio dos stories de seu perfil no Instagram, Michelle disse não pretender nenhum cargo eletivo.
– Oposição, fiquem tranquilos. Eu não tenho nenhuma intenção de vir candidata a nenhum cargo eletivo – escreveu nesta segunda-feira (6).
Em entrevista à CNN Brasil no final de janeiro, o presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, falou sobre a possibilidade. Ele destacou que Michelle mostrou grande força política durante a campanha presidencial de 2022. A ex-primeira-dama esteve bastante ativa na busca por votos para o esposo, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e se destacou pelo engajamento que possui nas redes sociais.
Na última semana, surgiram acusações de que Michelle estaria envolvida em um esquema de “caixa 2”. Ela usou suas mídias sociais, nesta sexta (3), para se manifestar sobre o ocorrido e se defender.
A ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, compartilhou, nesta sexta-feira (27), que estava no processo de mudança em um espaço com muitas caixas de papelão onde estão guardados os pertences da família.
A esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro voltou ao Brasil esta semana após quase um mês de férias nos Estados Unidos.
Michelle escreveu nos stories do Instagram para relatar seu sentimento de ter de ir para uma nova residência.
– Preguiça de mudança – escreveu ela que incluiu na publicação uma figurinha animada de uma criança triste.
A residência oficial da Presidência da República, o Palácio da Alvorada, onde a família Bolsonaro morou nos últimos quatro anos, foi desocupada antes da posse do novo presidente, Luiz Inácio Lula da Silva.
Michelle e Jair devem continuar em Brasília, em uma residência alugada pelo Partido Liberal.
Ministra Luciana Santos em evento da UNE Foto: Divulgação/UNE
Circula nas redes sociais vídeos da ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, participando, nesta quinta-feira (2), da Bienal de Cultura da União Nacional dos Estudantes (UNE), realizado no Rio de Janeiro.
Durante sua fala, Santos fez questão de destacar que deputadas de outros países estavam participando do evento, entre elas uma aliada do ditador da Venezuela, Nicolás Maduro.
– Quero saudar as deputadas que se fazem aqui presente, uma do Partido Comunista do Chile e a outra do Partido Socialista da Venezuela, da ampla coligação que dá sustentação a Maduro – apresentou a ministra, que também é presidente do Partido Comunista do Brasil (PCdoB).
Em seu discurso, Luciana Santos defendeu a autonomia brasileira e a soberania nacional por meio da Ciência e Tecnologia. Ela também prometeu que os valores das bolsas de estudos nessas áreas serão reajustados ainda no primeiro semestre.
A ministra de Lula também fez uma fala polêmica sobre a economia do país, sugerindo abaixar os juros.
– É preciso ter uma política de juros à altura dos desafios nacionais. O Banco Central tem que baixar a taxa Selic, e nós vamos ter que garantir isso nas ruas. Baixar juros para retomar o crescimento do país – defendeu.
A posição de Lula de não dar autonomia ao Banco Central (BC) em relação aos juros gera ainda mais desconforto no mercado já bastante apreensivo com o novo governo. O presidente chegou a dizer nesta quinta que a independência do BC é “bobagem”.
Procurador-geral da República Augusto Aras Foto: Agência Senado/Pedro França
A fim de atender cidadãos pertencentes aos grupos de LGBTQIAP+, o procurador-geral da república (PGR), Augusto Aras apresentou um parecer favorável para alterações no preenchimento de formulários de registros e documentos públicos do país. O documento sugere que sejam removidos os campos “pai” e “mãe” no que se refere à filiação, propondo que os termos sejam alterados e substituídos por “filiação 1” e “filiação 2”.
Aras, que se apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) na última semana, disse que essa é uma medida que promove a dignidade humana.
– Famílias homotransparentais hão de receber a mesma proteção jurídica conferida às configurações familiares heteronormativas; inclusive, com designação adequada de gênero em documentos e formulários oficiais. O reconhecimento jurídico de diferentes conformações familiares é medida que promove a dignidade humana – justificou o procurador.
A Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) pede que formulários e bancos de dados públicos “respeitem a identidade de gênero dos genitores, contemplando a possibilidade de dupla parentalidade por pessoas do mesmo gênero”, e que seja declarado inconstitucional qualquer tipo de registro que não contemple essa demanda.
Desde novembro de 2021 o processo tramita no STF. O ministro do STF, Gilmar Mendes, é o parlamentar designado para o caso.
Randolfe Rodrigues e Wilker Leão Foto: Reprodução Youtube
O Youtuber Wilker Leão conseguiu recuperar o vídeo que ele gravava questionando o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) que, não gostando da abordagem, pegou o celular e cancelou a filmagem.
Leão perguntou sobre o posicionamento do parlamentar a respeito dos atos de 8 de janeiro. Rodrigues defendeu “cadeia para quem destruiu os símbolos da República”.
O youtuber então questionou sobre um requerimento de autoria do senador que propõe incluir no Código Penal o crime de “assédio ideológico”.
O senador não gostou da abordagem, tentou deixar o saguão pelo elevador, mas saiu do elevador e retirou o celular da mão do youtuber.
O caso aconteceu na quinta-feira (2) e se tornou viral nesta sexta (3) conforme o vídeo foi compartilhado pelas redes sociais.
Leão disse que chegou a ser algemado e levado para a polícia. Enquanto isso, Randolfe levou o aparelho celular para o seu gabinete, devolvendo depois.